
Sabes o que tens de fazer.
E não fazes.
Empatia sem complacência.
Já percebeste tudo. Então porque é que continuas igual?
- A minha vida funciona. Eu é que já não sei se funciono nela.
- Resolvo o dos outros primeiro. Sempre.
- Adio a conversa que já devia ter tido.
- Aguento tudo, e já não sei até quando.
- As minhas relações repetem-se.
- Quero crescer sem me perder pelo caminho.
Não precisas de saber que tipo de coaching precisas.
Basta saberes onde estás preso.

O que se escreve fica. O que se pensa outra vez, não.
O que te trava não é um vírus. É o antivírus.
Aprendeste cedo a proteger-te de alguma coisa. Funcionou. Continua a correr, e a ameaça já passou.
Aqui não resolve. O processo volta a arrancar, porque ainda acredita que te está a proteger. Só pára quando percebes do que te andava a defender, e isso não se faz a lutar contigo.
Compreender não é desculpar.
Fizeste o que fizeste por uma razão que na altura fazia sentido. Ver essa razão não te tira responsabilidade nenhuma, e é a única coisa que te dá margem para escolher outra vez.
A maior parte do trabalho que já fizeste falhou aqui. Ou te compreendeu e não te pediu nada, ou te exigiu mudança sem perceber o que estavas a proteger.
Chamo-lhe Empathy Coach e não coach de empatia, porque não trabalho a tua empatia. A empatia é o meu método, não o teu problema.
Empatia sem complacência. Percebo‑te por inteiro, e depois pergunto‑te o que vais fazer.
Saí de um sítio de onde não se sai sozinho.
Houve uma altura em que aquilo que eu tinha construído já não chegava para me segurar. Saí de lá. Não foi rápido, não foi bonito, e não foi sem ajuda. Mas saí, e isso não se desfaz.
Não estou curado nem completo, e desconfio de quem diga que está. Continuo em trabalho, com as minhas próprias coisas por resolver. A diferença é que hoje sei onde olhar, e sei o que fazer com o que encontro.
É isso que entrego. Não a chegada, o caminho de volta.
O percurso está contado por inteiro em awakening.pt/a-origem →
Números, não promessas.
6–8
4
16
0
Quatro formas, e uma delas é a principal.
Coaching individual
Sais de cada sessão com uma coisa concreta para fazer. Na seguinte vemos se aconteceu.
Sessões em grupo
Grupos pequenos, por tema, continuados ao longo de vários meses. Ainda estou a preparar, e há uma lista para quem quiser saber primeiro.
Quatro coisas que quase ninguém diz.
Não aceito processos com menos de seis a oito sessões.
Digo-te quando não estou a ver mudança, mesmo que isso acabe o trabalho mais cedo.
Não diagnostico e não trato. Quando o território é clínico, encaminho.
Publico o que ainda não está resolvido nas pessoas com quem trabalho, não só o que correu bem.
Não é só o que correu bem.
Tiago P. · Brand Operations Director · Restauração
Deixei de me identificar com o trabalho e com o fato que uso, e comecei a olhar para quem está dentro dele. Hoje trato as pessoas como pessoas, e só depois vem o resto. Já não formo empregados de mesa, formo pessoas que usam a hospitalidade para dar uma experiência ao cliente.
ser o cargodesactivado
Teresa C. · Gestora · Publicidade
Às vezes volto a deixar-me ficar para trás e ficar para segundo plano. Continuo a ficar com a consciência pesada por sentir que estou a falhar a alguém.
ficar para segundo planoem curso
Uma conversa, e digo‑te se consigo ajudar.
Sem compromisso e sem venda. Também te digo quando acho que não sou eu.

Se alguma coisa aqui te tocou de perto, pede ajuda. Fala com alguém em quem confies, e partilha o que realmente vai dentro de ti, com verdade. É isso que quebra o loop negativo, limitativo, e em alguns casos destrutivo contra ti.
Se não tiveres ninguém com quem sintas essa confiança, há linhas de apoio que atendem todos os dias. Nunca desistas de ti.
E, não menos importante, procura acompanhamento profissional. Há coisas que não se resolvem sem ajuda, nem numa conversa honesta com quem te é próximo.
Pedir ajuda não tem estigma nenhum, e não diz nada de mau sobre ti. Diz que estás a levar isto a sério. Eu próprio fiz, faço, e continuarei a fazer.