
Coaching 1:1
Poucas pessoas de cada vez. Processo com princípio, meio e fim. Sais de cada sessão com uma coisa concreta para fazer, e na seguinte vemos se aconteceu.
A conversa que andas a adiar já está a custar‑te alguma coisa.
Não é só a ti. Custa a quem trabalha contigo, que anda a adivinhar o que tu não dizes. Custa às decisões que ficam em cima da mesa. E custa o tempo que passas a gerir por dentro uma coisa que se resolvia por fora.
Trabalho contigo, e a tua parte não a faço eu.
Eu trago o método, a leitura e as perguntas que tu não te fazes. Tu trazes a matéria, e fazes o que tem de ser feito. Nenhuma das partes é opcional, eu não faço a tua, e isto não se resolve em menos de seis sessões.
Uma conversa
Sem compromisso e sem venda. Serve para perceber com o que chegas e se faz sentido trabalharmos em conjunto. Digo-te com franqueza se acho que consigo ajudar, e também te digo quando não.
Âmbito e cadência
Âmbito escrito, número de sessões acordado, e uma cadência que não te deixa cair entre uma e outra. Abaixo de seis a oito sessões não aceito trabalho, porque não dá tempo a nada acontecer duas vezes.
Revisão
Uma revisão escrita contra o que trouxeste na primeira conversa. Se o trabalho está a ir para outro lado, decide-se isso em voz alta e não por inércia.
Sessão de fecho
O que mudou, o que fica, e o que continua em aberto. O processo tem fim, e o fim é uma sessão e não um desaparecimento.
Não se acelera a mudança. Acelera‑se a decisão de assumir a tua parte, e é a partir daí que tudo anda.
O tempo é o que não volta. O que se pode acelerar não é a mudança, é a decisão de assumir a tua parte. Essa pode ser hoje, e é a partir dela que tudo o resto anda. Depois há coisas que precisam do tempo delas, e há coisas pequenas que acontecem pelo caminho e que contam.
Uma conversa que aconteceu, um não que disseste, uma noite em que dormiste. Isso não é pouco, e não é preparação para nada. É a coisa em si, em pequeno.
O método é meu e a responsabilidade é partilhada. Faço tudo o que depende de mim, digo‑te quando não estou a ver mudança, e não faço a tua parte. É por isso que isto não é rápido.
A terapia trabalha o que aconteceu. Isto trabalha o que vem a seguir. Muita gente faz as duas ao mesmo tempo, e o que leva para a sessão passa a ser diferente. Em vez de reconstruir a semana de memória, leva o que registou.
Para quem é, e para quem não é
É para ti se sabes o que tens de fazer e não fazes. Se resolves o dos outros primeiro. Se descreves o problema em linguagem de gestão quando é evidente que não é de gestão.
Não é para ti se procuras diagnóstico, conforto, ou alguém que decida por ti. Uma pessoa com quem trabalhei escreveu-o melhor do que eu: "o coaching não faz o trabalho por nós."
O que costuma deixar de acontecer: deixas de ter a mesma conversa contigo todas as semanas sem nunca a ter com a pessoa certa.
Não substitui acompanhamento psicológico. Não diagnostico e não trato. Quando o território é clínico, digo-o e encaminho. Trabalho com psicólogas e psicólogos inscritos na Ordem e sei onde está a linha.
Uma coisa concreta que passou a acontecer numa pessoa com quem trabalhei.
Tiago P. · Brand Operations Director · Restauração
Deixei de me identificar com o trabalho e com o fato que uso, e comecei a olhar para quem está dentro dele. Hoje trato as pessoas como pessoas, e só depois vem o resto. Já não formo empregados de mesa, formo pessoas que usam a hospitalidade para dar uma experiência ao cliente.
ser o cargodesactivado
Uma conversa
Sem compromisso e sem venda. Serve para perceber com o que chegas e se faz sentido trabalharmos em conjunto. Digo-te com franqueza se acho que consigo ajudar, e também te digo quando não.
