COACHING INDIVIDUAL · 1:1

Um espaço
para ti.
Sem máscaras.

Poucas pessoas de cada vez. Sais de cada sessão com uma coisa concreta para fazer, e na seguinte vemos se aconteceu, sem dramas.

PEDIR UMA CONVERSA

Cadeirão vazio junto a uma janela, com uma mesa pequena, livros e plantas, ao fim da tarde.
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O QUE ISTO CUSTA

A conversa que andas a adiar já está a custar‑te alguma coisa.

Custa-te a ti. E custa a quem lida contigo todos os dias, a quem anda a adivinhar o que tu não dizes. Custa nas decisões que ficam em cima da mesa, semana após semana. E custa-te as horas que passas a ensaiar por dentro uma conversa que lá fora durava dez minutos.

02O QUE SE TRABALHA

Por onde as pessoas costumam entrar.

O tema trazes tu. Entram por sítios diferentes e, ao fim de umas sessões, estamos quase sempre a trabalhar a mesma coisa por baixo.

  1. Adiamento

    O que se sabe que é preciso fazer, e não se faz.

  2. Limites e culpa

    Dizer não, e o que aparece a seguir.

  3. Crítica interna

    A voz que avalia antes de qualquer outra pessoa.

  4. Esgotamento

    Quando o descanso deixou de repor.

  5. Autossabotagem

    O que trava exactamente quando ia resultar.

  6. Validação

    Precisar que confirmem para saber que está bem.

  7. Identidade e trabalho

    Quando o que fazes passou a ser quem és.

  8. Padrões relacionais

    A mesma relação, com pessoas diferentes.

Nenhum destes nomes é um diagnóstico, e dar nome a uma coisa ainda não mexe nela.

Caderno aberto com uma caneta e uma chávena escura sobre uma mesa de madeira, com luz de janela.
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Trabalho contigo, e a tua parte não a faço eu.

Eu trago o método, a leitura e as perguntas que tu não te fazes. Tu trazes a matéria, e fazes o que tem de ser feito entre uma sessão e a outra, que é onde a coisa acontece. Por vezes posso dizer as coisas de forma mais seca do que gostavas. Tento que não, juro, mas digo, e com respeito. O método chama-se RACE, são quatro tempos que passam por todas as sessões, e está explicado no Método.

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  1. Primeiro

    Uma conversa

    Trinta minutos, gratuitos. Serve para eu perceber com o que chegas e para tu perceberes como trabalho, e no fim digo-te se acho que consigo ajudar. E não tens de vir com cara de quem está bem.

  2. Depois

    Âmbito e cadência

    Fica escrito o que vamos trabalhar e quantas sessões, com uma cadência que não te deixa cair entre uma e outra. Menos de seis a oito sessões não aceito, porque não dá tempo a nada acontecer duas vezes.

  3. A meio

    Revisão

    Uma revisão escrita contra o que trouxeste na primeira conversa. Se o trabalho foi parar a outro lado, decidimos isso em voz alta, e não por inércia.

  4. No fim

    Sessão de fecho

    O processo tem fim, e o fim é uma sessão marcada, com o que mudou e o que ficou em aberto em cima da mesa.

Há coisas que precisam do tempo delas e não se apressam. A decisão de assumires a tua parte é diferente, pode ser hoje, e quase sempre é a partir dela que o resto começa a andar.

E pelo caminho vão acontecendo coisas pequeninas que contam. Uma conversa que finalmente tiveste. Um não. Uma noite inteira a dormir.

João Costta sentado numa poltrona, visto de costas, de mãos juntas, numa sala com estantes e luz de fim de tarde.
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Terapia e isto

Há quem faça as duas coisas ao mesmo tempo. A terapia tem um alcance que o meu trabalho não tem, e eu não me meto no dela. Aqui o foco é o que fazes esta semana, e se estiveres em terapia, o que registas comigo também te pode servir lá.

Não substitui acompanhamento psicológico. Quando o que trazes é clínico, digo-to e encaminho, e trabalho com psicólogas e psicólogos inscritos na Ordem para saber onde está a linha.

Tudo a que me obrigo está em Limites →

06PARA QUEM É

Para quem é, e para quem não é

É para ti se resolves sempre o dos outros primeiro, se andas há anos a adiar a mesma conversa, ou se me descreves o problema em linguagem de gestão e vê-se à légua que não é de gestão.

Não é para ti se procuras um diagnóstico, colo, ou alguém que decida por ti. Uma pessoa com quem trabalhei escreveu-o melhor do que eu: "o coaching não faz o trabalho por nós."

Vais continuar a sentir o mesmo impulso, isso não desaparece, só deixa de ser ele a decidir. E se me disseres que não tens nada para mudar, óptimo, juro. Então não tens nada a fazer comigo.

O que costuma deixar de acontecer: ter a mesma conversa contigo todas as semanas, sem nunca a teres com a pessoa certa.

PEDIR UMA CONVERSA

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Uma coisa concreta que passou a acontecer numa pessoa com quem trabalhei.

Deixei de me identificar com o trabalho e com o fato que uso, e comecei a olhar para quem está dentro dele. Hoje trato as pessoas como pessoas, e só depois vem o resto. Já não formo empregados de mesa, formo pessoas que usam a hospitalidade para dar uma experiência ao cliente.
Tiago P. · Brand Operations Director · Restauraçãoser o cargodesactivado
08PEDIR UMA CONVERSA

Uma conversa

Trinta minutos, gratuitos. Serve para eu perceber com o que chegas e para tu perceberes como trabalho, e no fim digo-te se acho que consigo ajudar. E não tens de vir com cara de quem está bem.

Nada disto exclui ninguém. Ajuda-me a preparar a conversa.

Ao enviares autorizas-me a responder‑te por email para marcarmos a conversa. Privacidade

Esta conversa serve para percebermos se há matéria para trabalhar, se eu sou a pessoa certa, e se é o momento. A resposta pode ser não, de qualquer um dos lados.