
Já estive dos dois lados da mesa.
Sou pai, companheiro, amigo, empresário. Mas o papel que mais me custou aprender foi ser eu, e é o único que não pode vir depois dos outros.
Passei vinte anos a decidir e a responder por decisões, e sei o que isso custa por dentro, porque continuo a fazê-lo. Passei esses anos a construir lugares onde outras pessoas floresciam. Não tinha um para mim, e demorei a perceber que isso era o problema e não o preço.
O que mudou não foi a vida. Foi eu ter aprendido a reparar mais cedo no que me está a acontecer, e a tratar disso enquanto ainda é pequeno.
É esse trabalho que faço com outras pessoas, e é por isso que sei onde olhar.
Conheço decisão, conflito, pressão de tesouraria e responsabilidade sobre pessoas que dependem do que eu decido. Quando alguém me descreve isso, não estou a imaginar.
Chairman do IDEIAHUB, em Lisboa.
O percurso pessoal está contado por inteiro em awakening.pt/a-origem.
Passei anos a construir lugares onde outras pessoas floresciam. Não tinha um para mim.
Awakening
Sou fundador do Awakening, um ecossistema de experiências e ferramentas de desenvolvimento pessoal que estou a construir a partir desta mesma filosofia.
Onde está a linha
Trabalho com emoções, corpo, crenças, valores, padrões de comportamento e a sua origem. Nada disto é acto reservado a ninguém. Não faço avaliação psicológica, diagnóstico nem tratamento de perturbação. Não faço, não reivindico, e colaboro com psicólogas e psicólogos quando o território é deles. A fronteira não é a profundidade, é o acto reservado.
Se alguma coisa aqui te tocou de perto, pede ajuda. Fala com alguém em quem confies, e partilha o que realmente vai dentro de ti, com verdade. É isso que quebra o loop negativo, limitativo, e em alguns casos destrutivo contra ti.
Se não tiveres ninguém com quem sintas essa confiança, há linhas de apoio que atendem todos os dias. Nunca desistas de ti.
E, não menos importante, procura acompanhamento profissional. Há coisas que não se resolvem sem ajuda, nem numa conversa honesta com quem te é próximo.
Pedir ajuda não tem estigma nenhum, e não diz nada de mau sobre ti. Diz que estás a levar isto a sério. Eu próprio fiz, faço, e continuarei a fazer.
